Silhueta de dois camelos com duas pessoas em cima de cada camelo e uma pessoa a frente puxando o primeiro camelo

Os Patriarcas: Jacó - Parte 1

12/11/2022
Por Rosh Gilberto Branco

Tempo de leitura: minutos


Neste estudo falaremos sobre os patriarcas, os genitores do povo Hebreu.

O terceiro patriarca foi Jacó;

Isaque casou-se com quarenta anos de idade, e a sua mulher Rebeca era estéril, contudo, para que se cumprisse a promessa que o Eterno fizera a Abraão de fazer dele uma grande nação, seria necessário que o seu filho tivesse descendentes, assim um milagre aconteceu e a sua esposa engravidou;

Ao chegar a época de dar à luz, confirmou-se que havia gêmeos em seu ventre.

O primeiro a sair era ruivo, e todo o seu corpo era como um manto de pelos; por isso lhe deram o nome de Esaú.

Depois saiu seu irmão, com a mão agarrada no calcanhar de Esaú; pelo que lhe deram o nome de Jacó. Tinha Isaque sessenta anos de idade quando Rebeca os deu à luz. Gênesis 25:24-26

O Eterno dissera para Rebeca que dos seus filhos gêmeos, o mais velho serviria o mais novo. Em uma sociedade onde o primogênito sempre tinha a preferência em tudo nas famílias, a promessa era uma quebra de direitos, assim a mãe dos meninos guardou a revelação no coração.

Sendo gêmeos, a diferença de tempo entre o nascimento de ambos era pequena, e no caso destes meninos foi quase uma sequência de alguns instantes, pois Jacó nasceu segurando o calcanhar do seu irmão, mas para os presentes no parto, Esaú nasceu primeiro e era o que importava.


Os anos se passaram;

Os meninos cresceram. Esaú tornou-se caçador habilidoso e vivia percorrendo os campos, ao passo que Jacó cuidava do rebanho e vivia nas tendas. Gênesis 25:27

Esaú era aventureiro, arrojado e destemido, mas Jacó era dedicado ao cuidado do rebanho, consequentemente permanecia mais próximo à família.

Jacó, na verdade, não levava uma vida exatamente “doméstica”, cuidar do rebanho era uma tarefa cansativa, tanto no contato direto com os animais quanto administrar os servos em suas tarefas.

A diferença entre ele e o seu irmão é que no final do dia estava na tenda com a família, enquanto o seu irmão Esaú com frequência estava longe caçando.


Esaú tinha pouco apreço às regras sociais, a sua atitude demonstra que ele dava atenção apenas ao que acontecia no presente da sua vida;

Certa vez, quando Jacó preparava um ensopado, Esaú chegou faminto, voltando do campo, e pediu-lhe: "Dê-me um pouco desse ensopado vermelho aí. Estou faminto! " Por isso também foi chamado Edom.

Respondeu-lhe Jacó: "Venda-me primeiro o seu direito de filho mais velho".

Disse Esaú: "Estou quase morrendo. De que me vale esse direito? "

Jacó, porém, insistiu: "Jure primeiro". Então ele fez um juramento, vendendo o seu direito de filho mais velho a Jacó. Então Jacó serviu a Esaú pão com ensopado de lentilhas. Ele comeu e bebeu, levantou-se e se foi.

Assim Esaú desprezou o seu direito de filho mais velho. Gênesis 25:29-34

Não sabemos se Jacó tinha aptidão de “chef” no seu tempo, apenas sabemos que em um evento oportuno ele estava fazendo um ensopado com lentilhas vermelhas bastante apetitosas.

O seu irmão deve ter passado um tempo caçando e provavelmente não pegou nada, tendo se cansado e passou fome até o seu retorno. Podemos deduzir que ao chegar e sentir o cheiro do ensopado e vê-lo borbulhando na panela, o seu apetite foi despertado fortemente, e o desejo pelo alimento tirou a sua razão. Podemos concluir que a frase usada de que “estava quase morrendo” foi exagerada, pois se estivesse nesse ponto ele estaria sendo carregado por seus servos e não poderia nem andar de tão fraco, mas não estava nessa condição.

Jacó percebeu uma oportunidade de fazer cumprir a profecia que a sua mãe havia recebido muitos anos antes e, ardilosamente, lançou a proposta de trocar o seu ensopado pelo direito da primogenitura, direito esse que não garantia apenas a herança dos bens da família, mas também o direito da primazia sobre o nome da família, coisa com que Esaú não se importava, ou seja, ele trocou todas essas coisas somente pelo prazer de comer enquanto estava faminto, mas uma vez satisfeito acabou-se o prazer e ele saiu sem o seu direito.


O texto bíblico mostra que não era apenas Jacó que era bom de gastronomia, Esaú também o era;

Pegue agora suas armas, o arco e a aljava, e vá ao campo caçar alguma coisa para mim.

Prepare-me aquela comida saborosa que tanto aprecio e traga-me, para que eu a coma e o abençoe antes de morrer". Gênesis 27:3,4

Isaque tinha predileção por Esaú e também gostava dos pratos feitos de caça feitos por ele.

Isaque planejou um momento especial para transmitir a bênção da primogenitura para esse seu filho, desconsiderando totalmente o que fora dito para Rebeca. Ela ouviu a conversa deles e se preocupou com a atitude de Isaque, e como ele era o patriarca da casa, ela não tinha autoridade para questioná-lo, sendo assim ela tramou junto com Jacó para que as coisas acontecessem de forma diferente da que foi planejada pelo seu marido, visto que ela raciocinou que devido a visão fraca do ancião e das circunstâncias especiais do momento as coisas poderiam ser revertidas.

Assim Rebeca e Jacó enganaram Isaque e foi assim formalizada a transferência da primogenitura de Esaú para Jacó diante do Eterno.


Esaú recebeu a notícia do que Jacó tinha feito;

Mas ele respondeu: "Seu irmão chegou astutamente e recebeu a bênção que pertencia a você".

E disse Esaú: "Não é com razão que o seu nome é Jacó? Já é a segunda vez que ele me engana! Primeiro, tomou o meu direito de filho mais velho e agora recebeu a minha bênção!" Então perguntou ao pai: "O senhor não reservou nenhuma bênção para mim? "

Isaque respondeu a Esaú: "Eu o constituí senhor sobre você, e a todos os seus parentes tornei servos dele; a ele supri de cereal e de vinho. Que é que eu poderia fazer por você, meu filho?" Gênesis 27:35-37

Esaú não foi enganado na primeira vez, ele consentiu em trocar a primogenitura por um prato saboroso, mas a segunda vez foi o seu pai o enganado.

Não podemos dizer de forma alguma que toda essa trama foi planejada e ordenada pelo Eterno, mas podemos sim afirmar que o Eterno usou toda essa falha humana para que a sua vontade fosse cumprida.

Todos os envolvidos falharam de alguma maneira e sofreram as consequências por isso, mas o Eterno pôde usar esses erros para moldar o seu projeto de forma perfeita.

Entretanto, os erros humanos geraram um gravíssimo conflito na família a ponto de que Jacó precisou sair da sua casa e se mudar para Harã para não dar oportunidade para o seu irmão descontar sua raiva sobre ele.


Isaque finalmente teve que assumir que seria de Jacó que a linhagem seria formada, então na saída do seu filho para Harã ele o abençoou;

Que o Deus Todo-poderoso o abençoe, faça-o prolífero e multiplique os seus descendentes, para que você se torne uma comunidade de povos.

Que ele dê a você e a seus descendentes a bênção de Abraão, para que você tome posse da terra na qual vive como estrangeiro, a terra dada por Deus a Abraão". Gênesis 28:3,4

Então começa a jornada de Jacó, já Isaque e sua esposa voltam para a sua tenda e seguem a vida sem poderem acompanhar o que iria se passar na vida do seu filho.


Depois de iniciada a sua jornada Jacó teve a sua primeira experiência de ouvir o Eterno falar;

E teve um sonho no qual viu uma escada apoiada na terra; o seu topo alcançava os céus, e os anjos de Deus subiam e desciam por ela.

Ao lado dele estava o Senhor, que lhe disse: "Eu sou o Senhor, o Deus de seu pai Abraão e o Deus de Isaque. Darei a você e a seus descendentes a terra na qual você está deitado.

Seus descendentes serão como o pó da terra, e se espalharão para o Oeste e para o Leste, para o Norte e para o Sul. Todos os povos da terra serão abençoados por meio de você e da sua descendência.

Estou com você e cuidarei de você, aonde quer que vá; e eu o trarei de volta a esta terra. Não o deixarei enquanto não fizer o que lhe prometi". Gênesis 28:12-15

Agora Jacó tinha a reiteração do que fora dito desde Abraão e também promessas feitas exclusivamente a ele. Ele não esqueceria o que lhe fora dito.


Jacó realizou uma jornada de aproximadamente mil quilômetros e deve ter levado cerca de três semanas para chegar ao destino;

Jacó perguntou aos pastores: "Meus amigos, de onde são vocês? " "Somos de Harã", responderam.

"Vocês conhecem Labão, neto de Naor? ", perguntou-lhes Jacó. Eles responderam: "Sim, nós o conhecemos".

Então Jacó perguntou: "Ele vai bem? " "Sim, vai bem", disseram eles, "e ali vem sua filha Raquel com as ovelhas". Gênesis 29:4-6

Achar um endereço nos tempos antigos não era algo fácil de se fazer, mas quando o Eterno direciona, fica fácil identificar um milagre devido à precisão dos detalhes.

Dentro do propósito do Eterno a ida de Jacó à casa de Labão era necessária para que ele fosse tratado onde precisava ser.

Logo ele experimentou o que é ser enganado com artimanhas, pois de forma semelhante ao engodo que fez com o seu pai sete anos antes, agora o seu sogro o iludiu trocando as filhas no seu casamento.


É provável que alguém questione sobre a poligamia registrada na vida dos personagens bíblicos citados até agora. Pois bem, temos vários pontos a considerar sobre esse tema.

Apesar da citação de;

Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne. Gênesis 2:24

Isso ainda não estava estabelecido na Torá, e em muitas civilizações a poligamia era considerada comum, possivelmente por várias questões práticas como um número defasado entre o número de mulheres e o número de homens nas populações, porque a mortalidade entre os homens era maior do que o das mulheres causada pelas guerras, atividades perigosas e coisas semelhantes.

Isso não é evidência da aprovação do Eterno a essa prática, mesmo porque o relacionamento familiar entre os adeptos à prática sempre é citado permeado de conflitos e até tragédias.

Somente com a vinda do Messias é que certos paradigmas foram elucidados, começando pelo tema do divórcio;

Yeshua respondeu: "Moisés lhes permitiu divorciar-se de suas mulheres por causa da dureza de coração de vocês. Mas não foi assim desde o princípio. Mateus 19:8

Essa mesma frase pode ser aplicada à poligamia, pois o primeiro exemplo de família foi dado por Adão, ele teve apenas uma esposa, mas foi apenas na quinta geração depois de Caim que houve o primeiro caso de poligamia;

Lameque tomou duas mulheres: uma chamava-se Ada e a outra, Zilá. Gênesis 4:19

A isso o Messias deixou definida qual era a posição inicial do propósito do Eterno;

Ele respondeu: "Vocês não leram que, no princípio, o Criador ‘os fez homem e mulher’ e disse: ‘Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne’?

Assim, eles já não são dois, mas sim uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, ninguém o separe". Mateus 19:4-6

Assim, entre os talmidim de Yeshua Ele deixou bem esclarecido como deveria ser o padrão ético de conduta conjugal, e ele não deixou brecha para a poligamia, tanto que o padrão para os cargos entre os messiânicos ficou bem definido;

É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, sóbrio, prudente, respeitável, hospitaleiro e apto para ensinar; 1 Timóteo 3:2

O diácono deve ser marido de uma só mulher e governar bem seus filhos e sua própria casa. 1 Timóteo 3:12

Mas no tempo de Jacó isso ainda não era bem definido naquela sociedade, mas não significa que não tiveram problemas por causa disso.


Após vários eventos, nem todos agradáveis, Jacó acabou negociando com o seu tio para trabalhar como pagamento pelo dote para se casar com as suas primas, filhas de Labão, mesmo que, a princípio, só quisesse se casar com Raquel. O relacionamento entre eles ficou estremecido com o passar dos anos, mas prevaleceu o que o Eterno havia dito e após vinte anos de convívio finalmente Jacó pode voltar para a sua terra, a essa altura já com onze filhos e uma grande riqueza em rebanhos e uma grande aprendizagem de como uma vida de trapaças pode causar consequências.


A hora da volta de Jacó foi definida pelo Eterno;

E o Senhor disse a Jacó: "Volte para a terra de seus pais e de seus parentes, e eu estarei com você". Gênesis 31:3

O plano divino para a descendência de Abraão era em Canaã e não em Harã, portanto ele precisava retornar.

Sou o Deus de Betel, onde você ungiu uma coluna e me fez um voto. Saia agora desta terra e volte para a sua terra natal’ ". Gênesis 31:13


Podemos aprender coisas importantes na vida de Jacó;

Tomando consigo os homens de sua família, perseguiu Jacó por sete dias e o alcançou nos montes de Gileade.

Então, de noite, Deus veio em sonho a Labão, o arameu, e o advertiu: "Cuidado! Não diga nada a Jacó, não lhe faça promessas nem ameaças". Gênesis 31:23,24

Quando é do propósito do Eterno, Ele pode até mesmo falar com ímpios independentemente de eles crerem ou não pois o que importa é o resultado do seu plano.

Disse Labão;

Tenho poder para prejudicá-los; mas, na noite passada, o Deus do pai de vocês me advertiu: ‘Cuidado! Não diga nada a Jacó, não lhe faça promessas nem ameaças’. Gênesis 31:29

Mesmo que Labão tivesse concluído que o Deus de Jacó fosse apenas mais um deus dentre os que ele conhecia, o que importou foi que ele entendeu que não poderia desobedecer a esse Deus que era poderoso.


Jacó conhecia muito bem o meio onde morava;

Se o Deus de meu pai, o Deus de Abraão, o Temor de Isaque, não estivesse comigo, certamente você me despediria de mãos vazias. Mas Deus viu o meu sofrimento e o trabalho das minhas mãos e, na noite passada, ele manifestou a sua decisão". Gênesis 31:42

Se ele permanecesse na terra, todo o produto do seu trabalho seria usufruído pela família das suas esposas e ele também viveria em paz e próspero, mas seria apenas mais um em Harã e não haveria uma nação que viria a ser chamada de Israel, por isso precisava partir e ter vida própria.


Mal Jacó havia se livrado de um conflito, já ele antevia o próximo com o seu irmão Esaú;

Jacó mandou mensageiros adiante dele a seu irmão Esaú, na região de Seir, território de Edom. Gênesis 32:3

De alguma forma Jacó se mantinha informado sobre o que acontecia na terra dos seus pais durante os vinte anos de sua ausência. Ele não se esqueceu das circunstâncias em que ele deixou a terra de Canaã quando partiu para Harã, e ainda estavam bem vivas na sua memória as palavras ditas pelo seu irmão depois de se sentir injustiçado por Jacó.

Agora ele temia que o rancor de Esaú pudesse provocar uma tragédia na sua família.


Quando os seus servos voltaram trazendo notícias do seu irmão, ele tremeu;

Quando os mensageiros voltaram a Jacó, disseram-lhe: "Fomos até seu irmão Esaú, e ele está vindo ao seu encontro, com quatrocentos homens". Gênesis 32:6

Pode-se imaginar o que essas palavras poderiam significar? Um irmão forte e irado com a força de um exército de quatrocentos homens?

Seria o fim!


Jacó estava com mais medo do seu irmão do que do seu sogro, pois a ameaça contra a sua vida estava bem presente na sua memória, assim ele foi para um lugar ermo para meditar sozinho;

E Jacó ficou sozinho. Então veio um homem que se pôs a lutar com ele até o amanhecer.

Quando o homem viu que não poderia dominá-lo, tocou na articulação da coxa de Jacó, de forma que lhe deslocou a coxa, enquanto lutavam.

Então o homem disse: "Deixe-me ir, pois o dia já desponta". Mas Jacó lhe respondeu: "Não te deixarei ir, a não ser que me abençoes". Gênesis 32:24-26

O texto deste registro não detalha como aconteceu esse encontro nem o que falavam, mas esse homem que foi conversar com Jacó acabou discutindo com ele (não sabemos o conteúdo da discussão), mas podemos perceber que a luta era para o homem não ir embora. Fica claro que Jacó identificou um ser divino nesse homem, possivelmente pelo conteúdo da conversa, mas o desejo de ser abençoado na situação que ele se encontrava era tão intenso, que ele não mediu consequências e partiu para a força física para impedir a saída do homem, e mesmo tendo recebido um ferimento na articulação da coxa, o que deve ter doído bastante, ele insistiu em ser abençoado, ocasião em que teve o seu nome mudado para Israel.


Ao ver o seu irmão com os quatrocentos homens ele se desesperou;

Ele mesmo passou à frente e, ao aproximar-se do seu irmão, curvou-se até o chão sete vezes.

Mas Esaú correu ao encontro de Jacó e abraçou-se ao seu pescoço, e o beijou. E eles choraram. Gênesis 33:3,4

A grande surpresa de Jacó foi a reação do seu irmão, da qual podemos apenas inferir o seguinte:

- Esaú acabou ficando com toda a administração dos bens do seu pai que já não tinha como gerir por estar cego, então a perda da primogenitura não fez falta, ele ficou com tudo.

- Com as suas três esposas ele teve muitos filhos e constituiu uma grande família, já não importava mais o que lhe foi dito pelo pai, pois Esaú era forte e não se submeteria a ordens de Jacó, ainda que a profecia se referisse aos seus descendentes.

- Pelo próprio temperamento de Esaú, depois de passados vinte anos desde a saída de Jacó, ele deixou de lado o sentimento de rejeição e ódio para com o seu irmão, e a alegria do reencontro superou qualquer vestígio de ressentimento que pudesse ainda existir.

Na cabeça de Esaú ele não perdeu nada, pois não se importava com as profecias e nem com o Deus do seu pai. Para ele, ele não perdeu nada.

Mas para Israel as coisas estavam indo de vento em popa.


Tendo retornado de Padã Harã, Israel se estabeleceu em um território ao qual deu o nome de Sukot, por ter construído abrigos para o seu gado e uma casa para a família

Por cem peças de prata comprou dos filhos de Hamor, pai de Siquém, a parte do campo onde tinha armado acampamento.

Ali edificou um altar e lhe chamou El Elohei Israel. Gênesis 33:19,20

Agora parecia que a vida de Israel iria sossegar, a família reunida e segura, o gado produzindo mais riquezas e por isso ele deu o nome do altar de “Deus, o Deus de Israel”.


Esta é a primeira parte da vida de Jacó, na segunda parte veremos a vida de Israel e a sua família, com os filhos e o cumprimento das palavras do Eterno para com ele.

Escrito por

Rosh Gilberto Branco

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